poesia, literatura, ambiente, notícias, novidades.

07
Fev 22

 

Portugal sagrou-se campeão europeu de Futsal, ao vencer a Rússia, na final, por 4-2

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publicado por sete às 17:57

02
Nov 21

 

NUVENS NEGRAS VÃO ...  DE BRAÇO DADO COM O ENTARDECER ... ANUNCIANDO A TEMPESTADE ...NA NOITE QUE VAI REGRESSAR ...

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publicado por sete às 16:45

03
Out 21

 

 

O título que faltava! Portugal vence Argentina e sagra-se campeão do mundo de futsal

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publicado por sete às 23:08

22
Set 21

 

 

John Ernest Steinbeck, um dos grandes escritores do nosso tempo, nasceu em Salinas (Califórnia), em 1902, filho de John Ernst Steinbeck e Olive Hamilton, e é um dos exemplos, tão frequentes na literatura americana, do escritor forjado na dura escola da vida.

Para fazer os seus estudos universitários, em Stamtford, exerceu diversas profissões, nomeadamente a de servente agrícola (o que mais tarde lhe daria matéria para diversas obras).

Tendo partido para Nova Iorque, aí enriquece a sua experiência humana em vários ofícios: pedreiro, empregado de laboratório, guarda de edifícios e repórter.

O seu temperamento instável leva-o de novo para a Califórnia.

No isolamento da serra Nevada escreve Cup of Gold (O Berço de Ouro), editado em 1929.

Parte depois para o golfo do México, onde escreve um estranho livro – The Pastures of Heaven (As Pastagens do Céu) (1932).

Em 1933 conquista a notoriedade com a obra To a God Unknown (A Um Deus Desconhecido), romance surpreendente, tão viril e obsessivo quanto poético, em que relata a epopeia dos conquistadores da terra. É sem dúvida a sua obra mais divulgada em todo o mundo e aquela em que se revelam todas as suas características de escritor regionalista, excelentemente dotado para observar o quotodiano das gentes simples.

Em 1935 publica Tortilla Flat (Boêmios Errantes) livro que vem confirmar a sua reputação como grande escritor.

Seguem-se In Dubious Battle (Luta Incerta) (1936), Of Mice and Men (Ratos e Homens) (1937), The Long Valley (O Vale Sem Fim) (1938) e, finalmente, Grapes of Wrath (As Vinhas da Ira) (1939).

Durante a guerra torna-se correspondente de guerra do Herald Tribune.

Regressando aos Estado Unidos, retira-se mais uma vez para a Califórnia e escreve diversas obras, de que se destacam The Pearl (A Pérola) (1947) e The Winter of our Discontent (O Inverno do Nosso Descontentamento) (1962), lançado no mesmo ano em que lhe é atribuído o Prémio Nobel da Literatura.

No mundo de Steinbeck pululam de modo angustiante os fracassados, os vencidos, os frustrados e aqueles seres humanos para quem a vida e a sociedade foram madrastas.

Steinbeck é, porventura, entre os escritores contemporâneos, um dos que melhor têm sabido denunciar o mal-estar da humanidade.

A Pérola (The Pearl) é a história do homem e da mulher que encontraram a maior e mais bela de todas as pérolas do mundo; é a história de Kino, o pescador, de Joana, sua mulher, e de Coyotito, seu filho...

A obra literária reflecte o carácter poético da lenda popular, mas dá à história a realidade e a rudeza que a tornam uma das mais belas criações de Steinbeck.

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publicado por sete às 18:03

 

O Outono é a estação do ano que sucede o Verão e antecede o Inverno.

O equinócio de Outono, que tal como explica o Observatório Astronómico de Lisboa ocorre esta noite às 20h21, marca o início desta nova estação do ano no Hemisfério Norte.

O Outono vai prolongar-se ao longo de 90 dias até ao próximo Solstício, que ocorre a 21 de dezembro às 15h59, e que assinala a chegada do Inverno.

O Outono é a estação do ano mais associada à melancolia, nostalgia e ao declínio da existência, pois as suas principais características são as quedas das folhas das árvores, as suas nuances amarelas, laranjas e vermelhas, o cinzento do céu. Poéticamente, marca, portanto, a transformação da vida, a reciclagem dos elementos da Natureza.

 

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publicado por sete às 16:19

01
Jul 21

 

A obra de Jean Genet é o teatro do mal e da morte. O seu mundo é o reverso do nosso mundo, o nosso inferno é o seu paraíso. E é nesse mundo, iluminado pela luz da sua arte e pelo lirismo da sua poesia, que Genet apresenta os seus peronagens – assassinos, ladrões, prostitutas, homossexuais ..., celebrando os ritos da religião do crime: as festas do sexo, o ritual da traição, a cerimónia do homicídio.

É nesse mundo que evolui o protagonista deste extraordinário romance, Querelle, o marinheiro de Brest, nimbado pelo autor com todos os esplendores que acompanham os santos e as virgens das nossas igrejas barrocas. Com ele, Genet faz-nos assistir a toda a estranha sedução do mal, à beleza da traição, ao encanto do homicídio, vestidos com as pompas duma transfiguração poética que dá ao mundo subterrâneo dos marginais a aura gloriosa duma procura do absoluto através dos abismos da depravação.

 

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publicado por sete às 17:30

25
Jun 21

 

Erich Maria Remarque nasceu a 22 de Junho de 1898, em Osnabruck, na Alemanha, e veio a falecer em 25 de Setembro de 1970. Participou na 1ª guerra mundial, onde foi ferido 5 vezes e onde se converteu ao pacifismo, que inspirou o seu imortal romance A Oeste nada de Novo, a obra que mais o celebrizou. Traduzido em quase todas as línguas, com tiragens de milhões de exemplares, o livro viria a ser queimado na praça pública pelo regime nazi. Na fecunda actividade literária que desenvolveu avultam os romances A Centelha da Vida, Tempo para Amar e Tempo para Morrer, Arco do Triunfo, Desenraizados, O Céu não Tem Favoritos ...

O Obelisco Negro, foi escrito em 1958. Serve-lhe de quadro a vida duma pequena cidade alemã nos primeiros anos da década de 20. É o tempo da paz reencontrada, da vida eufórica e descuidada, da alegria gargalhada. São os anos da inflação. A ascensão do nacional-socialismo não inquieta ainda uma população turbulenta e crédula. Eram tempos, como nota Remarque, “em que a esperança ainda trazia o mundo sob a sua bandeira, (...) e os sobreviventes do último massacre imaginavam com toda a ingenuidade que basta apenas uma guerra mundial para instruir uma geração”. Mas nas 4 faces do obelisco negro, postado no jardim de Kroll, a sarabanda da vida descuidada reflecte-se como dança macabra a prenunciar os espetros que vão dominar o futuro ...

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publicado por sete às 18:40

16
Jun 21

 

Manfred Gregor nasceu em 1929, em Tailfingen/Vurtemberga.

No último mês de guerra é mobilizado com outros rapazes de 16 anos para combater na “frente interna”.

Trabalha depois como estudante-operário, até enveredar pelo jornalismo. Em 1958 estreia-se com o romance A Ponte (“Die Bruke”), condenado a ficar na gaveta, se não fora o convite de uma editora aos jovens escritores alemães para darem o seu depoimento sobre a tragédia que assolou o país. O sucesso foi imediato. Os editores estrangeiros disputam os direitos de tradução e, no ano seguinte, a obra serve de argumento ao célebre filme do mesmo nome, realizado por Bernhard Wicki.

Seguem-se romances como A Sentença (“Das Urteil”), também adaptado ao cinema, e a A Rua (“Die Strasse”).

A Ponte narra a história de 7 adolescentes que, em Maio de 1945, quando Hitler utilizava como último recurso velhos e crianças, são encarregados de defender uma ponte ameaçada pelos Americanos. Entregando-se à tarefa como a um jogo de crianças, com o entusiasmo ingénuo de um heroísmo romântico ateado pela sua imaginação de adolescentes, acabam por cair inútilmente um após outro, profundamente desiludidos, depois de lutarem não só contra os americanos, como também contra o comando alemão que vem dinamitar a “sua” ponte.

Este romance de Manfred Gregor documenta uma época e encarna o protesto da juventude alemã traída pelo nazismo.

 

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publicado por sete às 18:16

 

Neste romance profundamente comovente, um dos mais notáveis escritores americanos explora as paixões que dominam uma pequena cidade do Sul, quando uma jovem rapariga branca acusa um rapaz negro, inocente, de a ter violado. Uma obra poderosa e dramática. Aqui temos Erskine Caldwell no seu melhor, ao revelar as emoções profundas do homem comum, que vêm ao de cima nos momentos de crise.

 

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publicado por sete às 11:38

27
Mar 21

 

Que não sejamos flagelados, por uma 4ª vaga

 

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publicado por sete às 14:02

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